quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Deputados buscarão acordo para votar lei de crimes na internet



Projeto pode voltar a ser debatido após as eleições. Além disso, o governo encaminhará uma proposta de marco civil da internet, que também será discutida na Câmara.
Polícia Civil do RS
Projeto sobre crimes na internet recebeu críticas e deverá ser alterado na Câmara.
O Projeto de Lei 84/99, que tipifica os crimes cometidos pela internet, poderá voltar a ser debatido na Câmara após as eleições. Os deputados Julio Semeghini (PSDB-SP) e Paulo Teixeira (PT-SP), especialistas no assunto na Casa, articulam acordo com o governo para viabilizar a votação.
De autoria do ex-deputado Luiz Piauhylino, a proposta ficou conhecida como Lei Azeredo, em referência ao senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG), que elaborou substitutivo à matéria no Senado. O substitutivo teve forte rejeição política de ativistas da internet livre, que elaborarampetição on-line contrária à matéria intitulada "Em defesa da liberdade e do progresso do conhecimento na internet brasileira". A petição conta hoje com mais de 156 mil assinaturas.
Semeghini, que é relator do projeto na Comissão de Ciência, Tecnologia, Comunicação e Informática, afirma que essa rejeição pode ser superada se houver mudanças no substitutivo do Senado. Semeghini e Paulo Teixeira estão elaborando conjuntamente destaques (emendas) à proposta.
Arquivo - Brizza Cavalcante
Teixeira: versão atual do projeto prejudica o desenvolvimento da internet.
"Há um consenso na sociedade de que, da forma como está, o texto prejudica o desenvolvimento da internet", afirma Teixeira, que articula o diálogo com o governo para viabilizar a votação do projeto.
A proposta sobre crimes na rede retornou à Câmara em regime de urgência, em 2008, após aprovação no Senado. Naquela época, no entanto, o Ministério da Justiça pediu à Câmara para suspender a votação da matéria, para evitar que o debate sobre a regulamentação da internet ficasse centrado apenas nos crimes digitais.
No último ano, o ministério elaborou e colocou em consulta pública proposta de marco regulatório civil da internet, com direitos e deveres dos usuários e provedores de internet, que deve ser enviada ao Congresso ainda neste semestre.
Parecer favorável
Arquivo - Edson Santos
Pinto Itamaraty: legislação hoje é insuficiente para punir crimes praticados na rede.
Na semana passada, o substitutivo do Senado ao PL 84/99 recebeu parecer favorável do deputado Pinto Itamaraty (PSDB-MA), relator na Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado. Devido ao regime de urgência, o projeto está sendo analisado de forma simultânea pelas comissões de Segurança; de Ciência e Tecnologia; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
"Hoje, há um vácuo em nossa legislação que permite a prática de infrações diversificadas com o uso da rede de computadores sem qualquer sanção", diz Itamaraty.
Embora seu parecer seja favorável ao substitutivo do Senado, o relator destaca que está aberto a receber sugestões e não se opõe à possibilidade de a matéria ser discutida conjuntamente com o marco civil da internet, se esse for o entendimento do governo. O deputado também acredita que, após as eleições, é hora de o projeto ser debatido e votado.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

O futuro do livro: e-readers e fórum do livro digital

Evento pré-Bienal do Livro discute novas plataformas de leitura e como será o mercado editorial daqui para frente. Na feira, visitantes poderão manipular e-readers
LAURA LOPES

A tecnologia móvel tende a diminuir a produção de livros, que serão substituídos por e-readers, como o iPad e o Klinde, que já conhecemos. É o que dizem os teóricos sobre o futuro do livro impresso. A leitura não cessará, mas haverá outras plataformas para a transmissão do conhecimento por escrito, e adaptadas a novas necessidades. Ainda que muitos prevejam a "morte anunciada" do papel, a Bienal Internacional do Livro entende que apreender essas novas tecnologias e inseri-las no contexto do mercado editorial é importante para que não haja perdas nem para os editores, nem para os leitores. Esse é o motivo do Fórum Internacional do Livro Digital, que precede a feira literária de São Paulo e está atrelado à sua programação oficial. Ele acontece nos dias 10 e 11 de agosto no auditório Elis Regina, no Parque Anhembi. 


A primeira palestra será do americano Mike Shatzkin, fundador e CEO da The Idea Logical Company, expert em toda cadeia produtiva do livro (redação, edição, agenciamento, venda, marketing, produção e gestão). No blog The Shatzkin Files, ele publica textos sobre o impacto da mudança digital no mercado de livros. No segundo dia, o britânico John B. Thompson falará sobre a transformação da indústria editorial do livro. Ele é autor de Books in the Digital Age (Livros na Era Digital ainda não traduzido para o português) e professor de sociologia da Universidade de Cambridge, na Inglaterra. Thompson pesquisa a sociologia da mídia e da cultura moderna, a organização social das indústrias da mídia e o impacto social e político de tecnologias de informação e comunicação. Para fechar o fórum, o convidado é Jean Paul Jacob, engenheiro eletrônico brasileiro que profetizou o fim do livro, a exemplo do que já havia feito na década de 1980, quando decretou o fim do vinil diante do aparecimento de CDs e DVDs. É pesquisador emérito da IBM e cientista consultor residente na Universidade da Califórnia, em Berkeley, nos Estados Unidos. 



AP Photo/Apple Inc.
iPad, um dos e-readers que os visitantes poderão manipular na Bienal do Livro

Na Bienal propriamente dita, a tecnologia e cultura digitais estarão presentes em debates e no espaço digital da Impresa Oficial do Estado de São Paulo. Lá, os visitantes poderão manipular cerca de 50 equipamentos de leitura digital e de navegação pela Internet, os e-readers. O estande terá conexão wi-fi e o acesso será livre, sem restrição de tempo. Além dos livros da Imprensa Oficial, será possível consultar títulos de outras editoras. Entre as atividades culturais, três mesas abordarão a produção literária no ambiente digital e o próprio livro virtual. No dia 19, às 15h, a mesa "Diversão virtual" terá Angela-Lago e Marisa Lajolo em debate sobre futuro do livro infantil na era digital. No mesmo dia, às 19h, "Literatura em miniatura" traz escritores experimentais que conversarão sobre o microconto e do impacto de blogs e Twitter sobre a ficção contemporânea (com Marcelino Freire, Fabrício Carpinejar, Verônica Stigger e Michel Laub). No dia 21, às 13h, o tema é "O romance fora da página", em que Ana Maria Machado (autora infanto-juvenil), Moacyr Scliar (autor de romances inspirados na Bíblia) e Contardo Calligaris (psicanalista que mergulhou na ficção) discutem para onde vai a subjetividade do escritor e do leitor. 


21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo 

Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi - Av. Olavo Fontoura, 1209 – Anhembi 

Período: de 12* a 22 de agosto de 2010 (o dia 12 é dedicado a profissionais do livro) 

Horário: das 10h às 22h (dia 22 com entrada até as 18h) 

Ingressos: R$ 10,00, R$ 5,00 (estudantes) e gratuita (professores, profissionais da cadeia produtiva do livro, bibliotecários, estudantes inscritos pelo sistema de visitação escolar programada, maiores de 60 anos ou crianças com até 12 anos) 

Acesso: Ônibus gratuito na estação Tietê do Metrô e no estacionamento Unipare (Rua Voluntários da Pátria, 344) 




Fórum Internacional do Livro Digital 

Local: Auditório Elis Regina, Complexo Parque Anhembi 

10 de agosto 

20h – Abertura oficial do Fórum Internacional do Livro Digital. 

20h – 21h30 – Palestra ― O futuro do livro impresso num mundo digital, de Mike Shatzikin. 11 de agosto 

8h30 – 10h – Palestra ― Os livros na Era Digital, de John B. Thompson. 

18h00 – 19h30 — Palestra ― O Futuro já não é mais o que era!, de Jean Paul Jacob. 

Inscrições: digital@cbl.org.br


http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI161855-15220,00.html

Muito político faz chorar com a mesma matéria-prima que o humor faz rir, diz Danilo Gentili

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) está preocupado, pois entendeu que satirizar um candidato na TV gera desigualdade no processo eleitoral. Ufa! Agora os indefesos candidatos já podem respirar aliviados e se concentrarem na campanha em que, na mesma TV, durante a propaganda eleitoral gratuita, um terá 10 minutos a mais que o outro para expor suas ideias. Isso sim é democrático, igualitário e... Droga... Aqui caberia uma piada, mas não posso fazê-la.

Agora é contra a lei ridicularizar o candidato. Então, lembre-se: por mais ridículo que ele seja, guarde segredo.

Exemplo: Ainda que Collor ridiculamente ligue pra casa de um jornalista o ameaçando de agressão, por mais tentador que seja não mire sua lupa cômica nisso. Ele é candidato, e candidato aqui não fica exposto, fica blindado. O TSE nao é o feirante japonês que deixa a mercadoria exposta para que possamos apalpar e cheirar antes de levar. Ele é o coreano do Paraguai que a deixa na vitrine. Você não toca, não cheira. Apenas paga. Quando chegar em casa, reze antes de abrir a caixa.


Danilo Gentili (foto) diz que "muito político faz chorar com a mesma matéria-prima que o humor faz rir"
Danilo Gentili (foto) diz que "muito político faz chorar com a mesma matéria-prima que o humor faz rir"
E a discussão se essa censura é ou não constitucional? Tenho fé que em breve teremos uma resposta sensata. Logo após eles chegarem à conclusão de outra discussão que há anos os perturbam: afinal, o fogo é ou não quente?

O humorista pega a verdade e a exagera. Ao contrário do político, a verdade é imprescindivel para o sucesso de seu trabalho.. E esse é o problema. Num país onde culturalmente é bonito lucrar com a mentira, a verdade não diverte. Assusta. Indigna.

Onde já se viu um coronel permitir que manguem de sua cara em sua província? Então censuremos! Por isso, recentemente, tivemos imprensa brasileira censurada, jornalista estrangeiro expulso, repórter agredida e agora, humorista amordaçado. É melhor que o Estado defina o que pode ou não ser passado para o público, assim o público continua passando o que interessa para o Estado.

Aristófanes, pai da comédia antiga, exercia abertamente sua função de fazer o público rir, criticando instituições políticas e seus representantes. Se fosse brasileiro, hoje, Aristófanes não poderia realizar seu ofício. A visão democrática do TSE está mais atrasada que a da Grécia de 400 a.C.

Henri Bergson, filósofo francês, afirmou que "não há comicidade fora daquilo que é propriamente humano. Comicidade dirige-se à inteligência pura". Filosoficamente, o pessoal do TSE não é humano, nem inteligente o bastante para compreender o que foi escrito há quase um século atrás.

Freud, pai da psicanálise, entendeu que "rir estrondosamente, satirizar personagens e acontecimentos fazem parte da nossa experiência cotidiana e é crucial pra nossa condição humana". Um século depois, temos uma lei que impede a manifestação do cômico num evento tão importante pra sociedade como a eleição. Psicossocialmente falando, a democracia brasileira encontra-se retardada.

Estudos observam que primatas riem de boca aberta para manifestar raiva e hostilidade. A evolução preservou o instinto do riso no ser humano para que fosse a válvula de escape substituta à agressão física. A lei eleitoral quer abafar o instinto compulsivo da piada e do riso (e sabe lá Deus aonde isso vai pode explodir). Biologicamente, eles estão forçando um passo atrás na escala evolutiva.

Enquanto o Brasil se orgulha de dialogar com países desenvolvidos o suficiente para que nenhuma forma de comunicação seja restrita, a gente fica aqui rindo das imitações de Silvio Santos, porque é o que se pode fazer no momento. Claro, enquanto o Silvio Santos não for candidato.

Muito político faz chorar. Com a mesma matéria-prima o humorista faz rir. Para o TSE a segunda opção é uma ameaça e precisa ser contida.

A liberdade de expressão aqui tem o mesmo conceito de liberdade do zoológico. Faça e fale o que quiser. Você é livre! Desde que não passe os limites da sua jaula.
Não me multem, por favor. Isso não foi uma piada.

Eu, robô-professor



Polêmica à vista: algumas escolas do mundo começam a incorporar máquinas que fazem as vezes do educador.

Por: Thiago Camelo

Publicado em 11/08/2010
Atualizado em 11/08/2010

Acima, C3P0, o famoso personagem de 'Guerra nas estrelas' que fala milhares de línguas. Segundo reportagem de jornal norte-americano, o ensino de idiomas seria uma das funções dos robôs em sala de aula (foto: CC BY-NC 2.0 / Wikimedia commons).



É preciso ter cabeça aberta para ler este texto, pois o óbvio é torcer o nariz. Ao menos, foi a reação que tivemos aqui na redação quando lemos a matéria do New York Times.

A notícia: robôs são testados para serem professores em escolas. O NYT mapeou alguns lugares dos Estados Unidos onde testes já estão sendo feitos, como a University of Southern California.

O robô teria uma capacidade inalcançável para qualquer ser humano: a paciência infinitaA reportagem explica que as máquinas têm a capacidade de ensinar, por exemplo, a pronúncia correta de uma palavra. Além disso, alguns robôs já conseguem apreender com os humanos novas informações e armazená-las – uma espécie de inteligência artificial.

Esse argumento desqualificaria, de acordo com a matéria, aqueles que criticam o uso de máquinas no ensino em função da unilateralidade da relação; agora, a via de aprendizado seria de mão dupla.

Segundo alguns desenvolvedores de robôs ouvidos pelo jornal norte-americano, o dispositivo ainda teria uma capacidade inalcançável para qualquer ser humano: a paciência infinita. Ou seja, a máquina pode repetir, sem se cansar e com "a mesma calma", centenas de vezes o mesmo conteúdo. Nenhuma dúvida ficaria sem resposta.

"A ideia é que os robôs complementem o trabalho do professor, e não o substituam"O NYT conta que algumas escolas na Coreia do Sul já começaram a adotar os robôs, e os resultados têm sido positivos. Sobretudo no ensino de crianças autistas, que necessitam de atenção e paciência especiais. O desenvolvimento de tecnologia no setor aponta para dispositivos ainda mais inteligentes em um futuro próximo.

Em um vídeo disponibilizado no portal do NYT, é possível assistir (em inglês) a uma breve apresentação do cenário mundial de robôs/professores. Nas imagens, Benedict Carey – repórter do jornal – faz questão de enfatizar: "A ideia é que os robôs complementem o trabalho do professor, e não o substituam".

fonte: http://cienciahoje.uol.com.br/alo-professor/intervalo/eu-robo-professor

Crianças que aprendem mais na pré-escola são mais bem-sucedidas quando adultas


De acordo com um novo estudo, crianças que aprendem mais na pré-escola ganham salários maiores e são mais bem-sucedidas em geral quando adultas.
Crianças que tem notas melhores do que a média na pré-escolaganham, em média, 2 mil reais a mais do que aquelas que não se saem tão bem (que tiram a nota essencial para passar de ano, por exemplo).
Outras vantagens, como salas de jardim de infância com números menores de alunos também podem aumentar o rendimento dos alunos quando adultos.
Segundo o economista John Friedman, de Harvard, que conduziu os estudos, a forma com que passamos pela pré-escola afeta nossa vida a longo prazo. Por exemplo, crianças que tem menos colegas na sua sala tem 2% a mais de chances de ir para a faculdade.
Friedman analisou 12 mil crianças em 80 escolas diferentes. Quando os indivíduos alcançaram seus 30 anos, ele e seus colegas os procuraram para descobrir como se saíram profissionalmente.
O estudo revelou que ao contrário do que muitos pais pensam por aí a pré-escola faz, sim, uma enorme diferença. Só a experiência que os professores das crianças tinham altera o salário dos pequenos no futuro. Professores mais especializados fazem com que seus alunos ganhem uma média de 1800 reais a mais no salário do que crianças que estudaram com pessoas menos qualificadas.
Crianças com notas maiores na pré-escola também tinham maiores chances de ter uma casa própria aos 28 anos e, na vida adulta, economizar para a aposentadoria.
Então, pais, fica o alerta: escolha uma pré-escola de qualidade para seu filho – ela faz, sim, muita diferença. [LiveScience

sábado, 7 de agosto de 2010

Top 10 habilidades que todo homem deve ter

Autor: Nerd Tagarela

Algumas tarefas parecem estar associadas ao mundo masculino: são "habilidades de macho" que, desde crianças, os meninos são estimulados pela família a desenvolver.

1.Trocar pneu de carro

Obrigatório saber fazer isso rapidamente e sem sujar muito a roupa. Os dedos pretos impressionam as donzelas em perigo e te fazem o herói do momento, mas lembre-se que um bom trocador de pneus sabe onde colocar o macaco, que é melhor desparafusar antes de tirar a roda do chão e sabe ainda que o cara que inventou o estepe embutido fora do porta-malas não tinha mãe.

2.Dar nó de gravata

Seja um simples ou duplo, ou cruzado ou francês ou inglês, o verdadeiro cavalheiro dispensa a gravata com nó pronto, porque maneja a tira de pano com maestria, fazendo com que o acessório esteja sempre com as pontas sobre a fivela da calça - nunca a la Oliver Hardy (no meio do peito) ou como a famosa gravata Cordilheira dos Andes (aquela que vai até o Peru).

3.Fazer uma pipa/papagaio

Se você já foi criança, saberá pegar varetas de bambu, papel de seda, cola branca e linha e fazer uma bela pipa (ou papagaio) no estilo "maranhão", "arraia", "asa delta" ou "carambola". Para os mais competitivos, só a idéia de passar cerol na linha (proibido por ser perigoso) já faz com que seu instinto de caçador aflore para disputar os céus com outros aventureiros.

4.Usar uma furadeira

Ah, a arte de destruir uma parede para se colocar uma gravura! O poder de ter uma máquina destruidora na mão. A escolha das brocas, o barulho insuportável, o pó se espalhando, a bucha, o parafuso e pronto! Você testou e provou sua masculinidade em um momento único. Você é senhor do seu castelo. E nenhuma mulher pode lhe tirar isso.

5.Passar uma camisa

Isso é imprescindível. Pelo menos a camisa amarrotada você deve saber passar, especialmente se viaja muito a trabalho ou se mora sozinho. Se você tiver algum preconceito, imagine a tábua de passar como uma bancada de trabalho. Aí, comece pelo colarinho, depois os ombros, mangas (punhos primeiro), costas e frente, contornando os botões. E use spray de água fria para melhorar o serviço.

6.Trocar uma fralda

Essa é válida para casados, separados e aqueles solteiros que não querem perder a chance de impressionar a namorada que tem filhos. É fácil, indolor, divertido e, por favor, seja macho o bastante para não fazer careta quando vir o resultado da papinha de nenê com mamão no centro do tecido.

7.Engraxar sapatos

Sim, meu amigo, um bom sapato arrumado requer escovadas certeiras, pouca graxa, um pouquinho de água para o brilho e uma flanela limpa para lustrar. E lembre-se de ter uma escova para sapatos marrons e outra para pretos, porque, do contrário, o resultado pode ser catastrófico.

8.Encerar o carro

Assim como o pisante, um carro apresentável e brilhante impressiona a todos mesmo que seja um Fusca 1971 vermelho. O ideal é fazer isso na sombra com o carro limpo e seco. Passe a cera em movimentos circulares e use uma flanela limpa para dar o brilho. Não saia com o carro no mesmo dia, porque inevitavelmente vai chover.

9.Fazer baliza

Isso diferencia meninos de homens. Estacionar sem pegar o meio-fio ou encostar nos carros da frente e de trás mostram sua segurança e domínio sobre a máquina. E nas vagas de shopping centers evite parar torto. Sua mulher ou namorada pode até dizer que lhe perdoa, mas se sentirá aliviada em saber que não é só ela que faz essa besteira. E você não vai dar essa chance a ela, não é?

10.Saber programar um DVD

O vídeo já acabou faz tempo, mas nos dava aquela supremacia sobre as damas ao saber gravar o programa favorito sem se perder na programação. Agora, com os DVDs graváveis, podemos mais uma vez jogar na cara delas essa habilidade oculta e dar um jeito para impedir a sessão de replay da novela.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

´O livro morre em 5 anos´, diz Negroponte

Sexta-feira, 06 de agosto de 2010 - 18h55


Em 2006, Negroponte esteve no Brasil, quando apresentou várias ideias, sendo a mais conhecida a de um notebook de 100 dólares

SÃO PAULO – Durante um evento de tecnologia nos EUA, o cientista norte-americano, Nicholas Negroponte, decretou o desaparecimento do livro físico.

“O livro físico está morto”, declarou Negroponte, um dos fundadores e professor do Media Lab, o laboratório de multimídia do Massachusetts Institute of Technology (MIT).

A polêmica declaração foi dada pelo cientista e educador em encontro cujo tema de discussão era o futuro da tecnologia.

Negroponte acredita que, ainda que não morra completamente, os livros digitais irão substituir os livros físicos como forma dominante.

Para chegar a essa conclusão, o cientista citou, durante o evento, recente relatório envolvendo a venda de livros para o Kindle, que superou a de livros de capa dura.

"Está acontecendo. Isso não está acontecendo em 10 anos. Está acontecendo em cinco anos", afirmou Negroponte.

Laptop de 100 dólares

Em 2006, Negroponte esteve no Brasil. À época, apresentou várias ideias. A mais conhecida foi a de um notebook de 100 dólares.

O objetivo, segundo ele, era melhorar a educação no país ao facilitar o acesso do estudante a várias opções de pesquisa por meio da web.

fonte: http://info.abril.com.br/noticias/tecnologia-pessoal/livro-fisico-morrera-em-5-anos-06082010-49.shl

A Internet - Crônica

 Nosso mundo é habitado por terráqueos. A Internet é um mundo virtual habitado por internautas. É fácil reconhecer um internauta nas ruas.

1º) Ele nunca pergunta seu endereço, quer saber do seu e-mail.

- Quer meu endereço?

- Não, me dá seu e-mail.

2º) Oferecer uma seqüência de 8 dígitos, sem a devida notificação prévia de que se trata do seu número de telefone, vai fazer o internauta entrar em parafuso tentando decifrar os insólitos mistérios daquele código numérico de 8 dígitos que você passou pra ele.

- Anota meu telefone pra me ligar mais tarde.

- Não, me dá sua ID do skype que te dou um toque assim que entrar no computador.

3º) Sempre tem uma identificação de telegrama virtual, a chamada "ID de mensageiro instantâneo". É um absurdo alguém não possuir uma ID dessas:

- Me passa sua ID do msn

- Não uso

- Você não tem MSN? Como faz para se comunicar com seus contatos?

4º) Eu disse contatos? Pois é, na Internet não existem amigos, existe a lista de contatos. Alguns até viram amigos, se tornam um "favorito" na lista de contatos.

Pode parecer confuso mas essas são algumas das lições que aprendemos nos primeiros minutos de Internet. Nem precisa fase de adaptação, o processo é automático. É bem simples. A sua amiga poderá lhe passar a seguinte dica até pelo telefone:

- Digita o endereço http-dois pontos-barra barra-alguma coisa-ponto com-ponto bê-erre. Vai no login, escolhe um nome de usuário e depois escolhe uma senha. Preeenche o formulário com seus dados e espera enviarem a mensagem de confirmação para seu e-mail. Do teu e-mail, você clica no link de confirmação e aguarda a resposta automática confirmando seus dados. É só isso, amiga. Não é facinho?

Você faz aquela cara de surpresa e solta um comentário padrão:

- Mas eu ainda não tenho e-mail.

A sua amiga provavelmente soltará algumas interjeições de espanto antes de finalmente recuperar a respiração e te perguntar em tom de acusação:

- Você não tem e-mail?!? Em que mundo você vive?

Meio sem graça, tente diminuir sua culpa respondendo simplesmente:

- Moro no terceiro planeta depois do Sol - a Terra. Conhece?

Não remoa pela memória escolar, suas aulas de geografia se ainda ouvir que "Terra não é um planeta, é um site de provedor de Internet". Não discuta. É inútil discutir com um internauta.

Aprendemos muito na Internet. Hardware e software são nossos primeiros passos no mundo virtual. Hardware são as peças que você compra para poder instalar o software. Software é o que diz pro seu computador o que ele deve fazer pra agradar você. Até que você sinta os possessos ataques da loucura, unificado com uma vontade quase obcessiva de atirar seu micro pela janela do septuagéssimo andar do Empire State, você não saberá o que é um software.

O hardware leva uma vantagem do software: ninguém precisa guardar o nome porque ninguém sabe exatamente para o que servem. Servem apenas para preencher o gabinete que o vendedor insistiu que você precisava adquirir para ter Internet. Você não sabe como, mas descobre que ele tem razão.

A Internet é cheia de vantagens. Nela não existem vizinhos. É um mundo perfeito! Tão perfeito que você pode visitar ao mesmo tempo, o Museu do Louvre, a Casa de Rui Barbosa e uma comunidade do Orkut.

Mas o que é uma comunidade do Orkut? É tudo que você imaginar. Numa comunidade as pessoas interagem, trocam idéias, marcam um almoço no seu restaurante preferido para se conhecerem melhor, batem papo e discutem sobre tudo.

Quer fazer marketing pessoal? É só participar da comunidade chamada "Eu sou Perfeita!". Precisa de uma companhia para aquecer a noite? Tem a "Disponivel no Mercado". Se você tem alguma cisma estranha, pode entrar na comunidade "Detesto Ruído de Pipoca" ou "Odeio Cara de Pastel". Tem comunidade para tudo que sua imaginação permitir: romanticas, explosivas, ardentes, informativas, patrióticas, conscientes, doentias, saudáveis, informativas, distintas, jovens, vulgares, políticas, esportivas...

Você pode conversar sobre tudo, desde a cor da sua roupa até o último ganhador do Prêmio Nobel. Quando entra numa comunidade, se torna uma ilha cercada de gente por todos os lados. A troca é riquíssima e exige mais do que nunca, o dom de saber ouvir. Opiniões contrárias às suas pipocam na Internet. Tem demonstrações de sentimentos, expressões faciais e posturas sociais que antes você não acreditava que pudessem existir.

Não se esqueçam que as comunidades são criadas e freqüentadas por pessoas, com seus defeitos e qualidades. Há o pacato, o cruel, o homem vestido de mulher, a mulher vestida de homem, o marginal, o homem de bem, o ético, o moralista e o mau caráter. Enquanto nas ruas estamos à mão da insegurança, no mundo virtual há regras e ações que te permitem navegar em total segurança. Você não depende da polícia para te proteger, você pode se proteger sozinha.

Perder sua senha equivale a dar a chave de sua casa ao ladrão. A moda agora é fazer clones, que nada mais é do que uma página pessoal sob o controle de outra pessoa. Algumas vezes, eles não conseguem a senha e tentam nos confundir montando uma página que é réplica fiel da sua. Não demoram muito a serem descobertos, mas até lá já nos provocaram alguns sustos.

Mundo real e virtual, convivendo lado-a-lado com as imperfeições humanas. Se por um lado, estas nos assustam; por outro, a Internet colabora muitas vezes mais com o desenvolvimento das relações humanas. Nunca foi tão fácil fazer amigos. E a amizade é o que torna mais rico, cada dia vivido.

Aloha! Namastê! Sawabona!

Sêmen de Gargalo

fonte: http://liberdadesutra.blogspot.com/2006/05/internet.html

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

A ciência diz que todas as pessoas deveriam usar vermelho



O vermelho é freqüentemente visto como um sinal de força e paixão, por isso não é muito difícil pensar que uma mulher vestindo rubro pode ser mais atraente para os homens. Pesquisas recentes sugerem, no entanto, que o vermelho não serve apenas para as moças.

Segundo os pesquisadores, o vermelho era normalmente considerado como uma cor sensual só para mulheres. Mas os resultados do estudo sugerem que a ligação entre o vermelho e o sexo também se aplica aos homens.

Mulheres nos Estados Unidos, na Alemanha e na China acharam os homens mais atraentes e desejáveis quando eles foram fotografados vestindo vermelho ou em moldura vermelha do que com outras cores.

Em um estudo similar, publicado em 2008, os cientistas descobriram que vermelho nas mulheres levava os homens a loucura. Então, Tiger Woods, o famoso golfista, já tem uma vantagem com as senhoras, pois aos domingos ele sempre usa uma camisa vermelha.

Seu sucesso no golfe baseado em seus trajes também pode ter alguma base científica. Outro estudo publicado em 2008 descobriu que os árbitros são tendenciosos em favor dos atletas que vestem vermelho. O estudo envolveu competidores de tae kwon do que tenderam a ganhar mais pontos do que seus concorrentes quando exibiam uniforme vermelho ao invés de azul.

Outros estudiosos também descobriram que usar vermelho está ligado a uma maior probabilidade de ganhar em uma variedade de esportes. Os cientistas examinaram esportes de luta nos Jogos Olímpicos de 2004, incluindo o boxe, tae kwon do, luta greco-romana e luta livre. Os competidores foram divididos aleatoriamente com roupas ou equipamento de proteção vermelhos ou azuis. Em 16 de 21 rodadas, os atletas vestindo vermelho venceram.

Segundo os pesquisadores, a nossa percepção do vermelho pode ter uma base evolutiva. Pesquisas passadas mostraram a correlação do vermelho com predomínio do sexo masculino e níveis de testosterona em animais.

Nos humanos, a raiva é associada com a vermelhidão da pele devido ao aumento do fluxo sanguíneo, ao passo que o medo está associado com o aumento da palidez da mesma forma em situações ameaçadoras. Como tal, os atletas podem ter uma reação subconsciente quando vêem adversários vestindo vermelho que os coloca em desvantagem.

O vermelho também pode ter um lado negativo, no entanto. Mesmo uma pitada de vermelho pode ter um péssimo impacto sobre o desempenho em testes, sugere um estudo. Quando os participantes da pesquisa estavam conscientes do “vermelho” antes de um teste ou exame importante, eles associaram a cor com erros e fracassos. Dessa forma, eles tiveram um desempenho pior no teste. [LiveScience]

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Jovem americano exibirá sua vida na internet durante um ano

Videologger de 20 anos, autor de cerca de 400 vídeos no YouTube, lança projeto no qual deve receber participação dos internautas por um ano

Segunda-feira, 02 de agosto de 2010 às 14h41
Com mais de 400 vídeos já publicados na internet, o videologger americano Dan Brown lançou novo projeto online no qual pretende mostrar sua vida pela internet durante um ano. A ideia recebe o nome de Dan 3.0 e tem como intenção ser uma nova experiência social na qual a audiência poderá "participar" da vida do jovem, deixando desde orientações para o dia até planos a longo prazo.
No lugar de simplesmente contar sua história aos internautas, o conceito de Dan Brown propõe questionar o público sobre suas ações e incentivá-los a participar das suas decisões do cotidiano. Na descrição do vídeo de explicação do projeto o jovem comenta que na nova iniciativa "os espectadores estão no comando por um ano".
Com apenas 20 anos, Dan Brown já está na lista dos 50 produtores de vídeos mais assitidos do YouTube. O Pogobat, seu canal dentro do portal de vídeos, apresenta mais de 248 mil inscritos e, ao todo, seus vídeos já contabilizam mais de 57 milhões de exibições.
As imagens nas quais Brown apresenta o projeto foram divulgadas no domingo, 1/08, e o primeiro vídeo do Dan 3.0 deve ser publicado ainda nesta segunda, 2/08.

RollerMouse - Um mouse criativo que previne problemas de LER. (com vídeo)

segunda-feira, 2 de agosto de 2010



Postado por SIMON às 08:31

Quem usa o computador todos os dias muitas horas por dia está sujeito a sofrer lesões no pulso, ombro ou outros lugares do corpo. Pensando em criar uma solução para pessoas que sofrem com este problema, a Contour Design acaba de lançar no mercado um periférico interessante, o RollerMouse Free.

Um dos grandes problemas de se usar mouses convencionais é o fato do usuário ter que tirar a mão do teclado sempre que precisa usá-los. Sem perceber acabamos por fazer isso centenas de vezes (talvez até mais) por dia. O RollerMouse Free foi criado pra 'detonar' este problema. Como o próprio nome diz, ele é um mouse em forma de rolo capaz de controlar o cursor do mouse na tela do seu PC de forma tão eficiente quanto um mouse comum. A diferença é que ele é incrivelmente mais ergonômico e fica logo ao alcance dos dedos próximo ao teclado, dessa forma você não precisa movimentar as mãos sempre que for necessário usar o mouse. O rolo do RollerMouse Free se movimenta em todas as direções, além disso ele também possui os botões direito e esquerdo do mouse, além do scroll e de um botão especial que simula cliques duplos. O único problema dele é seu preço, cerca de US$ 220 (aprox. R$ 286). Para encomendar o seu basta acessar o site do fabricante neste link. Enquanto isso treine seu inglês assistindo um vídeo demonstrativo do produto a seguir ;)


URL do vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=t2DV7Fh18vs

[Via technabob]

fonte: http://www.rockntech.com.br/2010/08/rollermouse-um-mouse-criativo-que.html

Investir em tecnologias modernas e baratas é bom, mas traz riscos

2, agosto, 2010


Apesar do assunto segurança da informação nunca ter deixado de fazer parte das principais preocupações dos executivos, os processos sobre o tema não estão estabilizados nas organizações.


O que podemos perceber, na prática, é que as organizações estão investindo constantemente em novas tecnologias de segurança da informação. Mas as equipes de TI, responsáveis pelo suporte técnico, não conseguem adaptar as políticas e normas internas de segurança da informação às novas tecnologias.


O fato ocorre porque a decisão de compra foi baseada nas funcionalidades da tecnologia. Mas o correto é identificar que tecnologia atende às metodologias de segurança da informação implementadas na organização. Por exemplo, antes de comprar um software para prevenção de perda de dados, mais conhecido como DLP, a organização deve ter uma metodologia para classificação da informação. Inclusive a metodologia já deve ter sido implementada. É importante observarmos que a implementação de qualquer metodologia demora para estabilizar.


Neste cenário, muitas empresas que investiram dinheiro em soluções de DLP perceberam que a tecnologia está subutilizada e que também é administrada através de iniciativas isoladas. Ou seja, sem uma metodologia cada profissional de TI faz o que quer com a ferramenta. O dono da empresa vê, literalmente, seu dinheiro indo pelo ralo.


Troca de tecnologia



Outra situação preocupante para o dono da empresa é quando a equipe de TI solicita, novamente, recursos financeiros para a troca de tecnologia. Por exemplo, durante uma reunião com o gestor de segurança da informação de uma instituição, ele comentou que no ano passado foi adquirido um sistema de anti-spam. Após algumas tentativas de uso, decidiram trocar o sistema de anti-spam.


A questão é: como explicar, ou melhor, como justificar para o presidente da organização que o dinheiro usado no ano passado não serviu para nada? Como conseguir, novamente, dinheiro para comprar a mesma solução? É claro que o executivo não irá liberar o dinheiro para a compra de um novo sistema de anti-spam. Primeiro, os executivos não precisam e nem querem saber o que é e para que serve essas tecnologias, seja ela qual for. Segundo, a empresa existe para dar dinheiro ao seu dono ou acionistas. Ninguém quer ficar empatando o dinheiro em um determinado tipo de tecnologia. Os executivos querem usar este dinheiro para viajar com a família, comprar carros novos, barcos, casas na praia etc.



O “carro” errado


Fazendo uma analogia com os automóveis, vamos imaginar a seguinte situação: uma determinada família é composta por 8 pessoas. Foi designado que uma determinada pessoa dessa família compre um carro para que todos possam viajar. Essa pessoa vai até a loja de carros e o vendedor, todo simpático, apresenta com muito entusiasmo todos os recursos e encantos do novo Uno. A pessoa faz um teste, fica impressionada com o que viu e “apaixona-se” pelo novo estilo e funcionalidades do carro. Toma uma decisão totalmente emocional e compra o veículo.

Chegando em casa, feliz da vida, apresenta o carro para todos e repete exatamente as mesmas palavras que ouviu do vendedor de carros. Todos ficam impressionados com o carro e resolvem dar uma volta. Porém, surge um problema: como colocar as 8 pessoas da família no veículo? Tentam por diversas vezes e resolvem que a melhor solução é comprar um novo carro. Está acontecendo exatamente a mesma coisa com as tecnologias de segurança da informação.


A maioria dos investimentos é realizada de acordo com as funcionalidades da tecnologia – decisão totalmente emocional. As empresas esqueceram que antes precisam determinar que metodologia irão usar. Depois devem treinar os colaboradores para o trabalho com a nova metodologia e só então passar para a fase de implementação. Após algum tempo, a metodologia é atualizada e começa a estabilizar. O próximo passo é identificar uma tecnologia que irá informatizar/automatizar partes da metodologia.


Investimento perdido


Diversos empresários comentaram comigo, no final do primeiro trimestre de 2010, que um dos principais impactos no demonstrativo de resultados – estamos falando da contabilidade – foram os péssimos investimentos em tecnologias de segurança da informação. Em outras palavras, compraram o veículo errado. Um dos “automóveis” que não atenderam as necessidades de negócio foram as tecnologias para Análise de Risco. Algumas organizações compraram às pressas, pois precisam atender requisitos de Governança Corporativa, e não conseguiram fazer uso deste tipo de tecnologia. Mas por quê?


A questão é simples: qual é a metodologia que a organização irá usar para gestão de riscos? Existem diversas metodologias sobre o assunto. Qual delas está alinhada aos negócios da empresa? Será que precisamos adaptar a metodologia ao dia-a-dia da companhia? Quem será responsável por este processo?


Pense nisso! Nem sempre o investimento em tecnologias mais modernas e de menor custo irá contribuir no dia-a-dia da sua organização. Pense bem antes de comprar seu próximo “carro”.


fonte: http://idgnow.uol.com.br/blog/mente-hacker/2010/08/02/investir-em-tecnologias-modernas-e-de-menor-custo-e-bom-mas-traz-riscos/